A Google NÃO PODE COMPRAR a Yahoo. Mas a Google poderia AJUDAR A SALVAR a Yahoo?

Rômulo de Araújo Mendes
2 min de leitura

Google salvando Yahoo! da Microsoft

Já mostramos aqui as razões pelas quais a Google NÃO PODE COMPRAR a Yahoo. Quando a Google disse que poderia ajudar a Yahoo!, não vislumbramos a forma, sem que isso pudesse ferir as leis de defesa da concorrência. Agora, publica o blog Googling Google, citando o WSJ, que parece ter surgido uma fórmula, que não fere a lei e poderia manter independente a Yahoo! Ela consistiria em incentivar o investimento de outros grupos, que não Google ou Microsoft, com garantia de verbas publicitárias. Além disso, um contrato entre as duas empresas, para que a publicidade Google fosse exibida no site e na busca da Yahoo!, não ficando claro em que termos.

Isto seria bom para a Yahoo?

Depende de algumas condições, porque:

  1. teria os investimentos que necessita para crescer;
  2. teria garantia de verbas publicitária;
  3. mas, talvez, somente seriam interessante a exibição de publicidade Google em seu site, a maior parte da verba disso resultante.

Se a Google quer mesmo afastar a união, talvez aceite fazer um acordo nestes termos.

Isto seria bom para a concorrência, para inovação e para os consumidores?

Sem dúvida. A manutenção da Yahoo! no mercado, em condições de competir é sempre a melhor opção. Antes da proposta da MS, esta carta não estava lançada na mesa. Se esta informação for verdadeira (e a fonte – WSJ – é confiável), pode ser a melhor opção para a Internet.

Se isto acontecer, a MS terá que procurar outra empresa para comprar. Talvez Ask ou Baidu.

Google Operating System também acaba de noticiar.

✨ Curtiu este conteúdo?

O GDiscovery está aqui todos os dias trazendo informações confiáveis e independentes sobre o universo Google - e isso só é possível com o apoio de pessoas como você. 🙌

Com apenas R$ 5 por mês, você ajuda a manter este trabalho no ar e leva informação de qualidade para ainda mais gente!

Clique aqui e faça parte da nossa rede de apoiadores.

6 Comentários