O Poder da Busca e o Impacto Ambiental

Renê Fraga
2 min de leitura

Imagem relacionada a O Poder da Busca e o Impacto AmbientalEm resposta clara a matéria publicada pela Times Online, o Google voltou hoje a afirmar que possui os data centers mais eficientes do mundo, que utilizam energia de forma otimizada a cada busca. “Realizar uma pesquisa em seu computador pessoal pode utilizar muito mais energia que o Google para respondê-la” descreveu a empresa de internet.

<<  “Recentemente, pesquisas revelaram estimativas muito altas ao especificar que uma busca padrão possa consumir parcialmente a energia da fervura de uma xícara de chá e produzir 7 gramas de CO2. Esperamos que nossa explicação possa ajudar o quanto este número está muito alto. Google é rápido — uma busca padrão costuma responder em menos de 0.2 segundos.

Os termos variam em grau de dificuldade, mas na média das consultas, os servidores trabalham por apenas um poucos milésimos de segundo. Juntamente com outros trabalhos, que são realizados antes mesmo da sua pesquisa (como construir o índice de pesquisa), este equivale a 0,0003 kWh de energia por pesquisa, ou 0,25 kcal*. Para comparação, a média de energia que um adulto necessita está entre 2000 kcal* diárias, fornecido a partir de alimentos, o Google, no entanto, consome esta mesma quantidade de energia em apenas dez segundos.

Em termos de Gases do Efeito Estufa, uma busca no Google é equivalente a, aproximadamente, 0.2 gramas de CO2. O padrão atual para a emissão de CO2 para um veículo dos Estados Unidos é de 140 gramas de CO2 por kilômetro rodado, mas a maioria dos carros não atingem esse padrão ainda. Ou seja, um carro “popular” quando roda um kilômetro produz o mesmo tanto de Gases do Efeito Estufa do que milhares de buscas no Google”. >>

* Valores alterados de KJ para Kcal | Agradecimentos ao Filipe Kiss!

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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