Google nega descoberta da ilha submersa de Atlântida

Renê Fraga
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atlantis

Diferente das afirmações feitas pelo jornal The Sun, o Google negou hoje que os possíveis vestígios encontrados por um engenheiro britânico não se trata da mítica civilização, mas de um processo de um “moderno mapa do solo oceânico”.

<< O jornal “The Sun” publica hoje em capa a suposta descoberta do engenheiro aeronáutico Bernie Bamford, com o uso do Google Ocean (parte do Google Earth) do que pareceria ser a ilha de Atlântida, mencionada pela primeira vez pelo filósofo grego Platão (427-347 a.C.).

O “Sun” afirma que, a julgar pela imagem do Google Ocean, a suposta civilização que afundou há quase 12 mil anos – segundo o relato de Platão – se encontraria no oceano Atlântico, 965 quilômetros ao oeste das ilhas Canárias, a uma profundidade de 5,6 quilômetros. >> Reportou a Agência de Notícias EFE.

“O que os usuários estão vendo são artefatos do processo de coleta de dados” explicou o Google ao esclarecer que as imagens são plantas deixadas por navios enquanto recolhem dados para elaborar um mapa do fundo oceânico.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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