Michael Jackson e o Colapso da Internet

Renê Fraga
2 min de leitura

michael-jackson-aniApesar de ter ficado 12 anos fora dos palcos, as primeiras informações sobre um possível ataque-cardíaco no cantor e compositor Michael Jackson empurrou milhares de pessoas para a internet em busca de detalhes adicionais, o que comprometeu o desempenho de serviços e sites.

De acordo com a Keynote Systems, uma empresa que monitora o tráfego na rede, o volume acessos foram tão intensos que chegou a congestionar sites de notícias como AOL, CBS, CNN, MSNBC e Yahoo. O Google News, que aparentemente não sofreu instabilidades de acesso, interpretou erroneamente a grande atividade de pesquisas com como um “ataque cibernético”. Na mensagem de erro, o Google informava sobre possíveis “solicitações automatizadas de vírus ou spyware”.

“É verdade que entre aproximadamente 14h40 (horário local) e 15h15 (horário local), usuários do Google News tiveram dificuldade de acessar os resultados das buscas para consultas relacionadas a Michael Jackson e viram a página de erro”, confirmou Gabriel Stricker, porta-voz do Google em entrevista a rede de televisão BBC.

Já o Twitter, que atualmente é o ponto de encontro para informações urgentes, chegou a sofrer uma pane com a alta quantidade de pessoas utilizando o serviço ao mesmo tempo. Um relatório da Trendrr, que monitora atividades em sites sociais, afirmou que o número de posts no Twitter com o nome de “Michael Jackson” ultrapassou a marca de 100 mil tweets por hora.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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