Inteligência artificial do Google pode aprender com sua própria memória

Renê Fraga
1 min de leitura

Os cientistas do Google DeepMind têm desenvolvido uma rede neural com memória integrada que poderia criar e trabalhar com estruturas de dados sofisticados.

De acordo com empresa, o novo “computador neural diferenciável” poderia, por exemplo, identificar o mapa do metrô de Londres e descobrir o caminho mais rápido a cada parada nas estações ou dizer a rota mais eficiente que você deveria seguir.

“Esta é uma máquina de aprendizagem que, sem programação prévia, pode organizar as informações em fatos ligados e usar esses fatos para resolver problemas”, publicou o Google.

A memória significa um futuro mais dinâmico para a inteligência artificial ao possibilitar que a tecnologia possa tomar decisões mais rápidas e até reconhecer padrões sem ser ensinada por humanos sobre cada resposta correta.

Além disso, você poderia pedir ao computador para identificar parentes em uma árvore genealógica ou resolver enigmas intrincados com objetivos variados.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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