AI do Google aprende a tirar uma soneca

Renê Fraga
1 min de leitura

O Google que anunciou que está tornando sua inteligência artificial mais humana ao ensiná-la a dormir. E não é o que você provavelmente está pensando.

“À primeira vista, pode parecer contra-intuitivo construir um agente artificial que precise ‘dormir’. Afinal, é esperado que eles trabalhem em um problema computacional depois que seus programadores forem para a cama”, publicou a equipe.

“Mas este princípio foi uma parte fundamental da nossa deep-Q network (DQN), um algoritmo capaz de aprender uma gama diversificada de 2600 jogos de Atari em um nível sobre-humano”.

“DQN imita a ‘experiência de repetição’, armazenando um subconjunto de dados de treinamento que analisa “offline”, permitindo que ele continue aprendendo com o sucesso ou falhas ocorridas no passado”.

Além de dormir, o Google anunciou recentemente que sua inteligência artificial também consegue imaginar o futuro para planejar com antecedência e executar tarefas.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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