Troquei o Chrome pelo Firefox Quantum e você também vai querer trocar

Renê Fraga
3 min de leitura

Pelo mesmo motivo que troquei o Firefox pelo Google Chrome lá em 2008, agora volto a utilizar o Firefox Quantum devido a velocidade do navegador. Sim, a Mozilla acertou neste browser e você também precisa usá-lo.

Entre versões e versões prometendo um navegador mais rápido e com menor consumo de memória, a Mozilla viu sua base praticamente murchar nos últimos anos. De 31% em 2009, hoje o Firefox conta com apenas 6% dos usuários.

Em um esforço para recuperar sua participação de mercado e, sem qualquer dúvida, fazer frente a dominância do Chrome (líder com 55% de mercado), a Mozilla promete agitar o mercado de navegadores com o lançamento do Firefox 57.

Batizado com o nome de “Quantum”, a nova versão da raposa de fogo é duas vezes mais rápida que as compilações anteriores e também traz um consumo de memória reduzido (até 30%).

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Diferente de promessas anteriores, o Firefox Quantum realmente faz você sentir que o navegador mudou. Está mais rápido para abertura de novas guia, não há travamento durante a rolagem de páginas e um design mais simples e bonito.

Firefox Quantum é o Chrome de 2008! Você sente a leveza do browser, o baixo consumo de memória e aquela rapidez que tanto nos conquista. No quesito customização, o navegador sempre permitiu configurá-lo por completo.

Entretanto, devido a base pequena de usuários e a popularidade do Chrome, o Firefox hoje sofre com a falta de boas extensões. Não há, por exemplo, nenhuma extensão do Google para o navegador.

Dependendo da adoção do Firefox Quantum, certamente os desenvolvedores irão retornar. Assim como os sites que ainda não estão bem adaptados como o TweetDeck – que deixa as barras de rolagem bem feias.

Nunca pensei que iria retornar novamente ao Firefox, muito menos devido a velocidade. Estava completamente cético ao instalar esta nova versão e fui deliciosamente surpreendido.

Parabéns, Mozilla, pelo incrível trabalho! Esperamos agora que o Google corra atrás do prejuízo e que a batalha dos navegadores volte a acontecer em benefício dos usuários.

Nota: Para ter acesso ao Firefox Quantum, basta instalar a versão beta mais recente.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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