Waymo não vai exigir que motoristas assumam o controle em situações perigosas

Renê Fraga
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A Waymo, divisão da Alphabet para o desenvolvimento de carros autônomos, desistiu de desenvolver um recurso que exigia que os motoristas assumissem o controle do veículo em situações perigosas.

Segundo a Reuters, que obteve um contato com os executivos da companhia, a confiança no piloto automático deixaria “os usuários propensos a distrações e pouco preparados para assumir o volante”.

Em testes realizados pela Waymo, os pesquisadores perceberam que os usuários estavam dormindo, se maquiando ou mexendo em seus celulares enquanto viajavam a velocidades de até 90 km/h.

“O que descobrimos foi bastante assustador”, disse John Krafcik, líder da Waymo. “É difícil assumir o controle porque eles perdem a consciência do que acontece ao redor.”

A Waymo, que aceitava a ideia de colocar um alerta para os motoristas humanos assumirem o volante, afirma agora que a ideia não é segura a partir de suas últimas pesquisas.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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