A guerra do YouTube contra os vídeos de conspiração

Renê Fraga
1 min de leitura

Embora sua intenção não seja bloquear qualquer tipo de conteúdo, o YouTube tem reduzido drasticamente o número de recomendações de vídeos conspiracionais.

Em janeiro de 2019, o YouTube anunciou que trabalharia para desestimular o conteúdo conspiratório em sua plataforma, reduzindo a frequência com que esses vídeos seriam recomendados aos usuários.

Embora os vídeos de conspiração não sejam totalmente proibidos na plataforma, é provável que uma redução no número de recomendações tenha um efeito negativo nos canais que os produzem.

Recentemente, o YouTube anunciou que o número de recomendações de vídeos de conspiração caiu 70% nos primeiros cinco meses desde o anúncio e as recomendações de vídeos de conspiração agora são 40% menos comuns do que eram antes da mudança ser anunciada.

Os pesquisadores independentes também descobriram que, embora a mudança tenha tido apenas um impacto menor em alguns tópicos, outros, como as teorias da conspiração do 11 de setembro, foram praticamente varridas do sistema de recomendações.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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