Mastercard: pandemia aumentou o uso de pagamentos por aproximação no Brasil

Renê Fraga
2 min de leitura

Segundo levantamento realizado globalmente pela Mastercard, 69% dos brasileiros entrevistados afirmaram que a COVID-19 os incentivou a usar pagamentos por aproximação.

Devido à pandemia, muitos consumidores tiveram que adaptar suas rotinas e mudar alguns de seus hábitos, incluindo a maneira de pagar por suas compras.

No Brasil, 14% dos entrevistados deixaram de utilizar dinheiro durante a pandemia, enquanto 63% diminuíram significativamente o seu uso.

No comparativo com o dinheiro, 88% dos brasileiros acreditam que os pagamentos por aproximação são mais convenientes do que pagar em dinheiro, enquanto 82% acreditam que essa forma de pagamento é mais rápida e 78% consideram que ela é mais segura.

Sobre os dispositivos mais utilizados durante a pandemia, 72% dos brasileiros indicaram usar o cartão físico e 49% utilizam o smartphone por meio de carteiras digitais.

Sobre os locais em que os pagamentos por aproximação foram mais utilizados desde o início da pandemia no Brasil, supermercados, mercados e mercearias lideram com 79%, seguido por farmácias (67%) e fast foods ou restaurantes (35%).

Apesar da pandemia do coronavírus ter sido uma grande impulsionadora das transações NFC, elas já representavam um mercado em ascensão no Brasil. Somente em 2019, totalizaram R$ 6 bilhões, um crescimento de 565% ante os R$ 903 milhões de 2018.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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