A Meta, holdilg por trás do Facebook, está tomando medidas legais para “descobrir as identidades” de um grupo de pessoas que teriam desenvolvido mais de 39.000 sites projetados para enganar e roubar os usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp.
A empresa alega que os acusados usaram o serviço de retransmissão Ngrok para redirecionar as pessoas aos seus sites de uma forma que lhes permitisse ocultar suas ações.
“Isso permitiu que eles ocultassem a verdadeira localização dos sites de phishing e as identidades de seus provedores de hospedagem online e dos réus”, disse Meta.
A partir de março passado, a empresa começou a trabalhar com o serviço de retransmissão para suspender “milhares” de URLs vinculados à campanha.
Esta não é a primeira vez que a empresa vai atrás, em 2020 a empresa de Zucky denunciou a existencia de domínios que foram feitos explicitamente para confundir as pessoas, levando a processos contra a NIC e Namecheap.
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