Meta está atrás dos autores de 39.000 sites de phishing

Renê Fraga
1 min de leitura

A Meta, holdilg por trás do Facebook, está tomando medidas legais para “descobrir as identidades” de um grupo de pessoas que teriam desenvolvido mais de 39.000 sites projetados para enganar e roubar os usuários do Facebook, Instagram e WhatsApp.

A empresa alega que os acusados usaram o serviço de retransmissão Ngrok para redirecionar as pessoas aos seus sites de uma forma que lhes permitisse ocultar suas ações.

“Isso permitiu que eles ocultassem a verdadeira localização dos sites de phishing e as identidades de seus provedores de hospedagem online e dos réus”, disse Meta.

A partir de março passado, a empresa começou a trabalhar com o serviço de retransmissão para suspender “milhares” de URLs vinculados à campanha.

Esta não é a primeira vez que a empresa vai atrás, em 2020 a empresa de Zucky denunciou a existencia de domínios que foram feitos explicitamente para confundir as pessoas, levando a processos contra a NIC e Namecheap.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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