Google celebra o Ano Novo Lunar

Renê Fraga
3 min de leitura

O Google está celebrando nsta terça-feira, dia 1º de fevereiro, o Ano Novo Lunar 2022 – também conhecido como Ano Novo Chinês.

Além da China, óbvio, esta é uma uma data celebrada na Ásia Oriental e por comunidades da região espalhadas pelo mundo, incluindo o Brasil.

“Com lanternas radiantes, comidas tradicionais e um ar de antecipação pelo que está por vir, o Doodle de hoje dá as boas-vindas ao Ano do Tigre no primeiro dia do Ano Novo Lunar”, publicou o Google.

“Em contraste com as festividades ligadas ao calendário solar gregoriano, pessoas de todo o mundo alinham as celebrações de ano novo com base no antigo sistema de calendário chinês lunisolar, que segue os ciclos da lua e do sol”.

Ao fazer uma pesquisa por “Ano Novo Lunar”, os resultados de pesquisa retornam com fogos de artíficio que preenchem toda a tela – tanto no desktop quanto no mobile. Há ainda um botão na parte inferior para ativar mais fogos.

Ano Novo Lunar

Um novo ano simboliza um novo começo e muitas tradições capturam esse conceito. Os preparativos começam dez dias antes do ano novo lunar, com muitos limpando suas casas como forma de eliminar a má sorte do ano anterior. 

São preparadas comidas tradicionais que representam boa sorte, como peixes (abundância) e tangerinas (auspiciosidade). As famílias decoram suas casas com flores como flores de pêssego; lanternas vermelhas; fai chun (bandeiras vermelhas com frases que desejam sorte e prosperidade); e troca lai see (envelopes vermelhos cheios de dinheiro). 

Mitologia

De acordo com contos e lendas, o Ano Novo Chinês começou com uma fera mítica chamada Nian (uma fera que vive no fundo do mar ou nas montanhas) durante o Festival da Primavera anual. O Nian comia aldeões, especialmente crianças no meio da noite.

Um ano, todos os aldeões decidiram se esconder da fera. Um homem mais velho apareceu antes que os aldeões se escondessem e disse que passaria a noite e se vingaria do Nian. Ele colocou papéis vermelhos e soltou fogos de artifício. 

No dia seguinte, os aldeões voltaram para sua cidade e viram que nada havia sido destruído. Eles assumiram que o velho era uma divindade que veio para salvá-los. 

Os aldeões então entenderam que Yanhuang havia descoberto que o Nian tinha medo da cor vermelha e barulhos altos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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