No início deste ano, a Alphabet, empresa-mãe do Google, demitiu cerca de 12.000 funcionários, cerca de seis por cento de toda a força de trabalho do Google.
Depois da distribuição das demissões parecer aleatória, ex-funcionários começaram a especular se um “algoritmo estúpido cuidadosamente projetado para não violar nenhuma lei” era responsável por destacar quem foi cortado.
Porém, o Google negou o uso de uma IA em sua tomada de decisão, afirmando que “não havia algoritmo envolvido”.
De acordo com uma pesquisa recente citada pelo The Washington Post, 98% dos líderes de recursos humanos em empresas americanas admitiram que usarão software e algoritmos para “reduzir custos trabalhistas” este ano, apesar de apenas metade deles estar confiante de que a tecnologia fará recomendações imparciais.
Embora o Google negue o uso de IA, os funcionários têm motivos para desconfiar.
Afinal, a IA será cada vez mais utilizada em diversos campos, incluindo recursos humanos, e os funcionários podem se sentir inseguros quanto à transparência e imparcialidade dos algoritmos.
A decisão do Google de não utilizar IA em suas demissões pode ser vista como uma tentativa de tranquilizar os funcionários e a opinião pública sobre o processo de demissão.
✨ Curtiu este conteúdo?
O GDiscovery está aqui todos os dias trazendo informações confiáveis e independentes sobre o universo Google - e isso só é possível com o apoio de pessoas como você. 🙌
Com apenas R$ 5 por mês, você ajuda a manter este trabalho no ar e leva informação de qualidade para ainda mais gente!