Claire Stapleton, ex-funcionária do Google, expressou insatisfação em relação à cultura da empresa onde trabalhou por 12 anos.
Em um episódio do podcast First Person, do New York Times, Stapleton afirmou que foi contratada para gerenciar a imagem corporativa do Google, tanto internamente quanto na mídia.
Ela ingressou na empresa em 2007, mas mudou-se para o escritório em Nova York em 2012.
Segundo ela, o Google era como um “paraíso” quando começou a trabalhar na empresa, mas se tornou desiludida ao longo dos anos, especialmente depois de se mudar para o escritório em Nova York.
Ela alega que a empresa tratava seus contratados como “cidadãos de segunda classe”. Em 2018, ela ajudou a organizar um protesto contra a maneira como a empresa lidava com as denúncias de assédio sexual, o que resultou em uma caminhada com cerca de 20.000 trabalhadores do Google.
Depois disso, ela sentiu que a cultura da empresa era “bastante sombria”, principalmente depois que a empresa demitiu cerca de 12.000 funcionários em fevereiro.
Ela vê as demissões como um “agarramento de poder” e “o oposto do que Larry e Sergey pretendiam para a empresa”, referindo-se aos fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin.
Ela afirmou ainda que Page e Brin tinham uma grande visão, algo semelhante a “curar a morte”.
O Google não é a única empresa de tecnologia a realizar cortes de empregados. A Amazon também demitiu 18.000 funcionários este ano.
A Meta demitiu 11.000 funcionários no final do ano passado e o Twitter demitiu mais de 50% de seus funcionários.
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