O jogo de tabuleiro Go, que teve origem na China há mais de 2.500 anos, sempre foi considerado um dos jogos mais complexos e desafiadores para humanos e para inteligência artificial (IA).
No entanto, em uma reviravolta surpreendente, um jogador amador conseguiu vencer um dos programas de IA mais sofisticados no jogo, surpreendendo muitos entusiastas do setor.
Em 2016, o programa AlphaGo do Google DeepMind derrotou o melhor jogador de Go do mundo, Lee Sedol, causando grande impacto no mundo da tecnologia e do entretenimento.
Porém, agora, com a vitória de Kellin Pelrine sobre o sistema de IA KataGo, percebemos que a tecnologia ainda tem muito a aprender sobre o jogo.
Mas como isso foi possível? Pelrine usou uma tática sugerida por outro programa de computador projetado pela empresa de pesquisa FAR AI, que encontrou uma brecha em sistemas de IA para o jogo.
Essa técnica permitiu que ele enganasse o programa de IA, fazendo-o acreditar que estava em vantagem no jogo, quando, na verdade, Pelrine estava usando uma tática que o programa não estava preparado para enfrentar.
O fato de um jogador amador ter vencido um programa de IA altamente sofisticado mostra que a tecnologia ainda tem muito a aprender sobre o jogo de Go. Apesar de serem muito bons em jogos regulares, os programas de IA ainda têm vulnerabilidades chocantes que podem ser exploradas.
A história nos mostra que a IA ainda não é perfeita e que ainda existem muitas coisas que precisam ser aprimoradas.
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