Estudo questiona precisão da simulação de buraco de minhoca do Google em computador quântico

Renê Fraga
2 min de leitura

Em novembro de 2022, um grupo de pesquisadores de Harvard e do Google divulgaram a primeira simulação de um “wormhole” em um computador quântico. No entanto, um novo estudo questiona se a representação da simulação é precisa.

O “wormhole holográfico” é uma representação simplificada de um buraco de minhoca, utilizando técnicas da mecânica quântica para tornar a simulação mais fácil.

O estudo foi publicado na renomada revista Nature e causou grande impacto no mundo da física.

No entanto, críticos afirmam que o grupo de pesquisadores criou apenas uma simulação rudimentar de um buraco de minhoca baseada em teorias altamente especulativas e não testadas.

A busca pela teoria unificada, que tenta unir a teoria da gravidade de Einstein, a relatividade geral e a teoria quântica, que explica a eletromagnetismo e as forças nucleares, é uma grande esperança para a física moderna.

Uma teoria completa e compacta tem gerado conjecturas fantásticas, como cordas infinitesimais, dimensões extras e universos paralelos. Embora essas ideias sejam matematicamente convincentes, elas são experimentalmente inacessíveis.

Ainda não se sabe ao certo se a simulação do buraco de minhoca em um computador quântico é realmente precisa ou se é apenas um truque de marketing científico. A busca pela teoria unificada continua, mas os resultados ainda são incertos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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