Já ouviu falar de Jedi Blue? Não, não é o nome de um personagem de Star Wars, mas sim uma alegada conspiração entre Google e Facebook para dominar o mercado de publicidade online.
De acordo com relatórios, a parceria entre as gigantes da tecnologia teria garantido ao Facebook tratamento preferencial em termos de tarifas publicitárias, colocação e acesso a dados, em troca do afastamento da rede social de um programa alternativo de publicidade programática chamado “header bidding”.
Mas, após investigações na União Europeia e no Reino Unido, o caso agora foi abandonado. Por quê?
Enquanto a Comissão Europeia e um juiz nos Estados Unidos já haviam descartado as acusações de anticompetitividade, o Reino Unido agora decidiu encerrar sua investigação por “motivos administrativos de prioridade”, possivelmente porque não havia evidências suficientes para provar a infração da lei.
Além disso, o CMA, órgão responsável pela investigação, já tem um outro caso antitruste em andamento contra o Google por sua conduta dominante no ecossistema de publicidade online.
Neste caso, a Jedi Blue foi agrupada com outras partes do caso Google-Meta para facilitar a redução do fardo administrativo.
Embora a decisão signifique que o Facebook e o Google estão livres das acusações relacionadas à Jedi Blue, o Google ainda está sob escrutínio do CMA em relação a possíveis abusos de posição dominante no mercado de publicidade online.
Já a Meta, empresa-mãe do Facebook, recebeu a notícia de braços abertos. Em um comunicado, um porta-voz da empresa disse que “acordos de licitação não exclusivos do Meta continuam a aumentar a concorrência por espaços publicitários e nos permitem oferecer mais valor aos anunciantes e editores”.
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