GPT-4 é mais criativo e menos tendencioso, diz OpenAI

Renê Fraga
2 min de leitura

GPT-4, o novo modelo de inteligência artificial desenvolvido pelo laboratório de pesquisa OpenAI, promete ser ainda mais avançado e sofisticado que seus antecessores.

De acordo com os criadores, o sistema é capaz de aceitar tanto imagens quanto textos como entradas, tornando possível fazer perguntas sobre fotografias.

Além disso, o GPT-4 consegue lidar com enormes quantidades de informações e memorizar mais de 20.000 palavras ao mesmo tempo, o que significa que pode utilizar um romance inteiro como ponto de partida para gerar respostas.

A nova versão também é menos propensa a inventar fatos ou ser tendenciosa do que as anteriores.

O GPT-4 já está disponível para os usuários do ChatGPT Plus, a versão paga do chatbot ChatGPT.

Além disso, empresas como a Duolingo e a Stripe estão usando a tecnologia em seus serviços para ajudar usuários a aprender novos idiomas e responder a perguntas de suporte, respectivamente.

Mas é importante lembrar que a inteligência artificial ainda tem suas limitações e pode cometer erros, especialmente em contextos de alto risco.

Por isso, a OpenAI recomenda que se tenha cautela ao utilizar as saídas geradas pelo sistema. Mesmo assim, o GPT-4 representa um grande avanço na área e promete revolucionar a forma como interagimos com a tecnologia.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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