De acordo com uma reportagem recente do The Wall Street Journal, Demis Hassabis, CEO e cofundador da divisão de Londres da DeepMind, acredita que a inteligência geral artificial (AGI, na sigla em inglês) pode ser um campo de pesquisa promissor.
A AGI se refere às habilidades de inteligência artificial que estão no mesmo nível que as dos humanos e é considerada uma meta teórica na pesquisa de IA.
Hassabis acredita que sistemas gerais que representam a mente humana não estão muito distantes e que a pesquisa em IA tem progredido rapidamente nos últimos anos.
Hassabis é uma das principais figuras que estão trabalhando para ajudar a Google a avançar no mundo da IA e desenvolver mais capacidades.
O Google adquiriu a DeepMind em 2014 por um preço de US$ 500 milhões e está tentando se fortalecer no mundo da IA para enfrentar desafios de concorrentes como a OpenAI.
Recentemente, a gigante de Mountain View fundiu a DeepMind com o Google Brain, uma divisão separada de pesquisa em IA.
Desde sua fundação em 2010, a DeepMind tem trabalhado em uma missão para criar máquinas capazes de pensar, agir e aprender como os seres humanos, resolvendo problemas relacionados à inteligência.
Muitos pesquisadores estão cada vez mais conscientes dos benefícios de perseguir a AGI, apesar dos desafios de precisão e uso inadequado que foram levantados por grandes modelos de linguagem subjacentes a ferramentas como o ChatGPT e a concorrente da Google, a Bard.
Hassabis acredita que o progresso da IA não será impedido, mas alerta que o desenvolvimento de tecnologias AGI precisa ser realizado de forma cuidadosa e precisa, com testes rigorosos e utilizando técnicas científicas.
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