O Google.org concedeu um subsídio de US$5 milhões e uma bolsa de pesquisa à Woodwell Climate Research Center para ajudá-los a implantar imagens de satélite e tecnologia de inteligência artificial para rastrear o degelo do permafrost em tempo quase real.
Essa pesquisa ajudará a informar as políticas climáticas internacionais e a ajudar as 5 milhões de pessoas que vivem no Ártico a se adaptarem a um cenário de mudanças rápidas.
Além disso, a pesquisa também auxiliará na redução dos custos associados aos danos na infraestrutura (estimados em bilhões).
Anteriormente, a análise do permafrost poderia levar anos, até mesmo décadas.
No entanto, novos modelos de inteligência artificial podem ajudar os cientistas a monitorar o degelo do permafrost mensalmente, analisando grandes quantidades de dados de imagens de satélite para produzir previsões sazonais.
A aceleração da análise de dados em um clima global em rápida mudança é um grande avanço.
De acordo com a Dra. Anna Liljedahl, uma das principais cientistas envolvidas no projeto na Woodwell: “Novos projetos geoespaciais como esse que construiremos em conjunto podem ajudar a entender melhor as paisagens de permafrost e o impacto em tempo real das mudanças climáticas e eventos climáticos extremos”.
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