YouTube vai remover vídeos com tratamentos ineficazes contra o câncer

Renê Fraga
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O YouTube anunciou que removerá conteúdo que promova “tratamentos contra o câncer comprovadamente prejudiciais ou ineficazes” ou que “desencoraje os espectadores de buscar tratamento médico profissional”.

Essa medida faz parte dos esforços do YouTube para aprimorar suas diretrizes de moderação médica com base no que aprendeu ao lidar com desinformação sobre tópicos como COVID-19, vacinas e saúde reprodutiva.

A partir de agora, a plataforma de vídeos do Google aplicará suas políticas de desinformação médica quando houver um alto risco à saúde pública, quando houver orientações disponíveis de autoridades de saúde e quando um tópico estiver propenso a desinformação.

O YouTube espera que essa estrutura de políticas seja flexível o suficiente para abranger uma ampla gama de tópicos médicos, encontrando um equilíbrio entre minimizar danos e permitir o debate.

As políticas atualizadas do YouTube visam tanto os tratamentos prejudiciais quanto aqueles não comprovados que são sugeridos como alternativas a tratamentos estabelecidos.

Por exemplo, um vídeo não poderia incentivar os usuários a tomar suplementos de vitamina C como alternativa à radioterapia.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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