Modo escuro é uma mentira? Estudo questiona a eficácia em smartphones

Renê Fraga
2 min de leitura

O eterno debate entre os temas de modo claro e modo escuro nos smartphones sempre foi uma questão de preferência pessoal.

No entanto, um estudo recente levanta dúvidas sobre a eficácia real do modo escuro e revela um aspecto preocupante.

Embora o modo escuro seja frequentemente apontado como mais amigável para os olhos, o estudo revela que muitos aplicativos e telefones utilizam o que é conhecido como “modo escuro atenuado”, em vez do verdadeiro “modo escuro completo”.

O problema reside no fato de que esse modo atenuado pode ser ainda mais prejudicial para os olhos do que o modo claro ou o modo escuro completo.

Além disso, a maioria dos smartphones modernos utiliza a técnica conhecida como PWM (Modulação por Largura de Pulso) para simular o escurecimento da tela.

O que significa que, ao usar o modo escuro atenuado, a tela pisca mais do que quando o telefone está no modo claro, o que pode causar dores de cabeça e outros efeitos adversos, especialmente em ambientes de pouca luz.

Embora o modo escuro tenha sido inicialmente promovido como uma forma de economizar a vida útil da bateria em dispositivos com telas OLED, muitos telefones e aplicativos não adotaram o verdadeiro “modo escuro completo”.

Em vez disso, eles simplesmente substituem os fundos brancos por um cinza escuro, o que mantém a tela acesa, contrariando o propósito principal do modo escuro.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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