OpenAI está investigando relatos de que o ChatGPT se tornou ‘preguiçoso’

Renê Fraga
2 min de leitura

Nos últimos dias, surgiram cada vez mais reclamações de usuários da versão mais recente do ChatGPT, baseado no modelo GPT-4 da OpenAI, alegando que o chatbot se recusa a cumprir as solicitações ou não demonstra interesse em responder às perguntas.

Alguns usuários relataram que, ao pedirem um trecho de código, por exemplo, o chatbot fornece apenas informações parciais e instrui os usuários a preencherem o restante.

Além disso, houve queixas sobre respostas insolentes, com o chatbot dizendo às pessoas que elas são perfeitamente capazes de realizar o trabalho por conta própria.

Essas reclamações têm sido discutidas em várias threads no Reddit e até mesmo nos fóruns de desenvolvedores da própria OpenAI.

Os usuários expressaram frustração com a diminuição da utilidade do sistema e especularam se essa mudança foi intencionalmente implementada pela OpenAI para tornar o ChatGPT mais eficiente, evitando respostas longas.

Agora, a OpenAI, criadora do ChatGPT, afirmou estar ciente das reclamações e investigando a situação. No entanto, a empresa ressaltou que nenhuma alteração foi feita no modelo desde 11 de novembro, e que o comportamento atual do ChatGPT pode ser imprevisível.

A OpenAI não deu indicações sobre se considera válidas as reclamações ou se acredita que o ChatGPT tenha de fato alterado sua forma de responder às perguntas.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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