O Google chegou a um acordo para encerrar um processo relacionado ao rastreamento de atividades no modo de navegação anônima do Chrome.
O processo, movido em 2020, alegava que o Google continuava a coletar dados dos usuários, mesmo quando eles estavam navegando no modo anônimo do Chrome.
Os requerentes buscavam uma indenização de mais de 5 bilhões de dólares, argumentando que o Google estava engajado em uma coleta de dados não autorizada e secreta.
Em agosto de 2023, a juíza Yvonne Gonzalez Rogers determinou que o caso deveria prosseguir, questionando se as informações fornecidas pelo Google sobre privacidade e a tela de início do modo anônimo criaram uma promessa vinculativa de não coleta de dados.
A juíza também apontou o fato de que o Google armazenava os dados dos usuários no modo anônimo nos mesmos registros que os usuários sem o modo ativado.
No entanto, recentemente, o Google optou por encerrar o processo por meio de um acordo, evitando assim um julgamento completo. Os detalhes do acordo ainda não foram divulgados, mas espera-se que sejam apresentados ao tribunal em janeiro e recebam aprovação em fevereiro.
Anteriormente, o Google havia afirmado que se defenderia vigorosamente das acusações, destacando que o navegador Chrome informa claramente aos usuários que os sites podem coletar informações durante as sessões de navegação anônima.
Essa resolução ocorre após um teste realizado pelo Google em 2021, quando considerou um novo design para a página de navegação anônima. No entanto, a empresa decidiu manter o design original.
O encerramento do processo marca um marco importante na controvérsia em torno do rastreamento no modo anônimo do Chrome.
✨ Curtiu este conteúdo?
O GDiscovery está aqui todos os dias trazendo informações confiáveis e independentes sobre o universo Google - e isso só é possível com o apoio de pessoas como você. 🙌
Com apenas R$ 5 por mês, você ajuda a manter este trabalho no ar e leva informação de qualidade para ainda mais gente!