Pesquisa indica que há um risco de 5% de a IA levar à extinção da humanidade

Renê Fraga
2 min de leitura

Um recente estudo realizado com 2.700 pesquisadores de inteligência artificial revelou que existe uma preocupante chance de 5% de que a inteligência artificial (IA) possa causar a extinção da humanidade.

Essa descoberta levanta sérias questões sobre os riscos associados ao desenvolvimento futuro da IA e desperta um debate acalorado entre especialistas.

Os pesquisadores foram questionados sobre suas opiniões em relação aos marcos tecnológicos futuros da IA e às possíveis consequências positivas ou negativas dessas conquistas.

Surpreendentemente, quase 58% dos entrevistados admitiram que consideram a possibilidade de extinção humana ou outros desfechos extremamente negativos relacionados à IA.

Essa constatação é um sinal alarmante de que muitos pesquisadores não descartam a hipótese de que a IA avançada possa representar uma ameaça real para a humanidade.

No entanto, é importante ressaltar que nem todos concordam com esses resultados. Alguns especialistas argumentam que prever o desenvolvimento futuro da IA é uma tarefa complexa e incerta.

Eles apontam que previsões anteriores de avanços significativos na IA nem sempre se concretizaram. Portanto, embora a preocupação seja válida, é necessário cautela ao interpretar esses números.

Independentemente disso, essa pesquisa destaca a importância de avaliar cuidadosamente os riscos associados ao avanço da IA.

Além da possível extinção humana, os pesquisadores também expressaram inquietação em relação a outros impactos negativos da IA, como deepfakes, manipulação da opinião pública e agravamento da desigualdade econômica.

Essas preocupações devem ser levadas a sério e é fundamental que a sociedade trabalhe em conjunto para definir políticas e regulamentações que garantam um desenvolvimento seguro e ético da IA.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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