Google nega práticas anticompetitivas em processo de US$ 2,27 bilhões

Renê Fraga
1 min de leitura

O Google está enfrentando um processo de US$ 2,27 bilhões movido por 32 grupos de mídia que alegam que as práticas de publicidade digital da empresa levaram a perdas financeiras.

As editoras, incluindo Axel Springer e Schibsted, estão sediadas em vários países da Europa, como Áustria, Bélgica, Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, Hungria, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Polônia, Espanha e Suécia.

As editoras alegam que o Google abusou de sua posição dominante no mercado de publicidade digital, o que levou a preços mais baixos para anúncios e menos receita para as editoras.

Elas também alegam que o Google se envolveu em práticas anticompetitivas, como favorecer seus próprios serviços de publicidade em detrimento dos concorrentes.

O Google negou as acusações e disse que seus serviços de publicidade ajudam milhões de sites e aplicativos a financiar seu conteúdo e permitem que empresas de todos os tamanhos alcancem efetivamente novos clientes. A empresa também disse que irá contestar o processo vigorosamente.

O processo foi aberto em um tribunal holandês porque o país é conhecido por lidar com ações de indenização antitruste na Europa. Esta decisão ajuda a evitar lidar com várias reivindicações em diferentes países europeus.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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