YouTube desmente mitos comuns sobre seu algoritmo de recomendação

Renê Fraga
2 min de leitura

O YouTube recentemente lançou um vídeo informativo que desvenda alguns mitos e equívocos comuns sobre o funcionamento do seu algoritmo de recomendação.

No vídeo de 12 minutos, Todd Beaupré, líder da equipe de crescimento e descoberta do YouTube, foi entrevistado por Renee Richie, uma criadora de conteúdo do YouTube.

"How DOES The YouTube Algorithm Work?" — Creator Myths Busted!

Um dos pontos esclarecidos foi que o algoritmo avalia cada vídeo individualmente, em vez de fazer uma média do desempenho de todos os vídeos de um canal.

Isso é importante, pois permite aos criadores tenham a liberdade de experimentar diferentes formatos sem afetar negativamente a posição do canal nas recomendações.

Outro equívoco desmascarado foi a ideia de que o YouTube empurra vídeos para as pessoas. Na verdade, o algoritmo gera recomendações com base no histórico de visualização e nas preferências de cada usuário.

O objetivo é mostrar vídeos alinhados com o interesse do espectador, e não apenas promover os vídeos dos criadores. Além disso, foi esclarecido que o algoritmo não penaliza os criadores por pausas ou diminuição de visualizações.

O foco é encontrar o público mais interessado em cada vídeo, sem depender excessivamente de medidas punitivas ou dados de visualização passados.

O YouTube também destacou a importância da longevidade e adaptabilidade do conteúdo. As recomendações não se limitam a vídeos recentes, e os criadores devem estar abertos a oportunidades além das métricas imediatas.

O surgimento dos YouTube Shorts foi citado como exemplo da plataforma respondendo ao comportamento do público, buscando atender à demanda por conteúdo mais eficiente e envolvente.

Por fim, Todd Beaupré sugeriu que os criadores analisem a reação dos espectadores inscritos em seu feed de inscrições para compreender melhor o desempenho dos vídeos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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