Pesquisa revela declínio do desempenho acadêmico e perda de memória com o uso de IAs

Renê Fraga
2 min de leitura

As ferramentas de inteligência artificial que geram textos e códigos são uma sensação do momento e tem se tornado cada vez mais popular entre estudantes universitários.

Mas, enquanto alguns veem o ChatGPT e o Google Gemini como ferramentas valiosas, outros temem seus possíveis efeitos negativos.

Um estudo recente, publicado no International Journal of Educational Technology in Higher Education, descobriu que os alunos que usam IAs com frequência tendem a procrastinar mais, têm perda de memória e apresentam desempenho acadêmico mais baixo.

O que sugere que, embora as inteligencias artificiais possam ser uma ferramenta útil, seu uso excessivo pode prejudicar o aprendizado.

O estudo também descobriu que os alunos que estão sob alta carga de trabalho acadêmica e pressão de tempo são mais propensos a recorrer as ferramentas da OpenAI e Google.

Os pesquisadores enfatizam que as IAs são ferramentas poderosas que pode ser usada para o bem, mas também pode ter consequências negativas se usada em excesso.

Eles recomendam que os alunos usem com moderação e que as universidades desenvolvam políticas para orientar seu uso responsável.

O estudo levanta questões importantes sobre o papel da IA no ensino superior. À medida que a IA se torna mais sofisticada, é essencial considerar cuidadosamente seus benefícios e riscos potenciais.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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