IA do Gemini eleva emissões de carbono do Google

Renê Fraga
2 min de leitura

A gente sabe o quanto a IA é importante pro avanço da tecnologia, mas cara, que custo ambiental alto!

O Google tem metas ambiciosas pra reduzir a poluição, mas as emissões só aumentam. É como se a gente desse dois passos pra frente e um pra trás.

Anos atrás, a Google prometeu cortar a poluição pela metade até 2030. Só que, desde 2019, as emissões subiram 48%! No ano passado, foram 14.3 milhões de toneladas de gás carbônico, o equivalente a 38 usinas termeogásicas.

Segundo o relatório ambiental da Google, a culpa é principalmente do gasto de energia nos data centers e da cadeia de fornecimento. Esses data centers consomem horrores de energia, e os usados pra treinar IA consomem ainda mais.

Só o gasto com eletricidade, a maior parte vindo dos data centers, colocou quase 1 milhão de toneladas de poluição a mais na conta da empresa no ano passado.

O Google está investindo pesado em IA, assim como outras gigantes da tecnologia. No relatório, eles mesmos admitem a dificuldade de reduzir as emissões com a crescente integração da IA nos produtos.

Dizem que o consumo de energia vai subir por causa da computação mais intensa da IA e da expansão da infraestrutura técnica. Só o consumo de eletricidade dos data centers deles cresceu 17% em 2023, e a tendência é continuar assim.

Eles estimam que seus data centers já foram responsáveis por 10% do consumo global de eletricidade pra data centers em 2023.

Apesar de tudo, o Google tá tentando tornar os data centers, hardware e modelos de IA mais eficientes. Eles também têm a meta de usar energia limpa 24 horas por dia em todas as redes de energia que usam até 2030.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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