O Google firmou um contrato de longo prazo para adquirir energia nuclear da Kairos Power, utilizando reatores modulares pequenos (SMRs) que estão em fase de desenvolvimento.
O objetivo é alimentar seus data centers e adicionar 500 megawatts de eletricidade à rede elétrica dos Estados Unidos, com foco em tecnologias avançadas, como a inteligência artificial (IA) da empresa, incluindo o projeto Gemini.
Os reatores da Kairos utilizam um sistema de resfriamento por sal fundido, o que, segundo o Google, os torna mais seguros e econômicos que outros tipos de reatores. No entanto, especialistas alertam para a produção de resíduos radioativos, que ainda representam um desafio significativo.
Jeff Olson, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios e Finanças da Kairos Power, destacou que o acordo é um marco para a comercialização da energia nuclear avançada, sendo essencial para a descarbonização das redes de energia.
Além disso, o aumento da demanda por energia, impulsionada pelo uso crescente de IA, coloca mais pressão sobre a rede elétrica dos EUA.
Especialistas apontam que a incorporação de novas fontes de energia, como usinas nucleares, é um processo lento, que pode levar anos.
Enquanto isso, empresas como Google, Microsoft e Meta já estão consumindo grandes quantidades de energia para suas plataformas de IA, o que torna o debate sobre a viabilidade dessas novas fontes de energia ainda mais relevante.
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