O chatbot Gemini, do Google, recebeu uma nova funcionalidade que promete melhoras as interações: a capacidade de lembrar informações sobre a vida, trabalho e preferências pessoais dos usuários.
A novidade, já disponível para alguns assinantes, visa tornar as conversas mais personalizadas e contextuais, ampliando as possibilidades de uso da inteligência artificial.
Assim como o recurso de memória no ChatGPT, o Gemini agora pode armazenar informações fornecidas pelo usuário para adaptar respostas em interações futuras.
Por exemplo, ao registrar preferências alimentares, o chatbot pode recomendar restaurantes mais alinhados ao gosto pessoal na próxima consulta.
Porém, essa funcionalidade está restrita a assinantes do plano Google One AI Premium, que custa R$ 96.99 por mês, e por enquanto só está acessível na versão web.
De acordo com a Google, o recurso permite comandos úteis como “usar linguagem simples” ou “incluir o custo por dia em planejamentos de viagem”. No entanto, ele ainda está limitado a prompts em inglês.
A memória pode ser desativada a qualquer momento e os dados salvos podem ser excluídos manualmente. A empresa enfatiza que as informações registradas não são compartilhadas nem utilizadas para treinar o modelo de IA.
Embora promissora, a funcionalidade exige atenção à segurança. Casos anteriores, como o de um pesquisador que demonstrou como memórias falsas poderiam ser plantadas no ChatGPT para roubo de dados, reforçam a importância de mecanismos de proteção robustos.
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