A partir de agora, o Gemini pode se lembrar das suas conversas passadas para oferecer respostas mais úteis e contextualizadas.
O que significa que você não precisa mais repetir informações ou procurar por conversas antigas – o chatbot vai se basear no que já foi discutido antes, facilitando a continuidade de projetos ou diálogos.
Segundo o Google, essa funcionalidade de “memória” permite que o Gemini construa respostas mais precisas, aproveitando o histórico de interações.
Por exemplo, se você já conversou sobre um tema específico, o chatbot pode usar essa informação para dar sugestões mais alinhadas ao que você precisa.
Além disso, a empresa garante que o Gemini pode indicar quando está usando uma conversa anterior para formular uma resposta, o que traz mais transparência ao processo.
É possível revisar, deletar ou até mesmo definir por quanto tempo o Gemini guarda o histórico das conversas. Se preferir, você pode desativar completamente a função de memória diretamente no painel “Minha Atividade”.
Vale lembrar que o Gemini não é o primeiro chatbot a contar com um recurso de memória. O ChatGPT, da OpenAI, também tem uma funcionalidade semelhante, que permite ao bot “lembrar” detalhes específicos das interações.
A novidade do Gemini, no entanto, faz parte de um movimento maior no mundo da inteligência artificial, onde empresas estão investindo em sistemas mais “agentes” – ou seja, capazes de reter e usar informações de forma mais eficiente ao longo do tempo.
Por enquanto, a função está disponível apenas em inglês para assinantes do Gemini Advanced, mas o Google promete expandir para outros idiomas nas próximas semanas.
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