Maior vazamento da história expõe 16 bilhões de senhas de Google, Apple, Facebook e mais

Renê Fraga
2 min de leitura

Segundo pesquisadores da Cybernews, 16 bilhões de senhas de serviços como Google, Apple, Facebook, GitHub, Telegram e até plataformas governamentais foram expostas na internet.

De acordo com informações publicadas pela Forbes, o vazamento inclui 30 bases de dados, cada uma contendo entre dezenas de milhões e até 3,5 bilhões de registros.

O FBI orienta que os usuários evitem clicar em links suspeitos recebidos via SMS, uma prática comum em golpes que usam dados vazados.

O que torna esse caso ainda mais preocupante é que a maioria desses dados não fazia parte de vazamentos anteriores, ou seja, são informações inéditas, frescas e altamente valiosas para criminosos virtuais.

Segundo os especialistas, isso não é apenas um vazamento, mas um verdadeiro manual para ataques em larga escala, incluindo tentativas de sequestro de contas e golpes de phishing.

Os pesquisadores acreditam que o material foi reunido por meio de ferramentas conhecidas como infostealers, que roubam informações diretamente dos dispositivos das vítimas.

Embora os dados tenham ficado expostos por pouco tempo, foi o suficiente para que fossem detectados, mas não para descobrir quem está por trás da ação.

A recomendação dos especialistas é clara: atualize suas senhas, não as reutilize em diferentes serviços e, sempre que possível, utilize um gerenciador de senhas para se proteger.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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