A startup chinesa DeepSeek, conhecida por desenvolver modelos avançados de inteligência artificial, está sendo acusada de colaborar diretamente com as forças armadas e agências de inteligência da China.
As informações foram reveladas por uma fonte oficial dos Estados Unidos à agência Reuters, e levantam sérias preocupações sobre o uso de tecnologias de IA em contextos militares e de vigilância.
De acordo com o relato, a DeepSeek estaria compartilhando dados de usuários e estatísticas de uso com autoridades chinesas, o que representaria uma forma de cooperação direta com o governo da China.
Além disso, a empresa aparece em mais de 150 registros de compras relacionados a órgãos militares e instituições ligadas à defesa do país.
Ainda segundo a fonte, a DeepSeek teria fornecido “serviços tecnológicos” a institutos de pesquisa vinculados ao exército chinês, o que reforça os indícios de uma aliança estratégica entre a startup e o governo.
Há suspeitas ainda de que a DeepSeek tenha utilizado empresas de fachada no Sudeste Asiático para driblar restrições de exportação e adquirir chips de alto desempenho produzidos nos Estados Unidos, como as GPUs H100 da Nvidia, proibidas de serem enviadas à China desde 2022.
Até o momento, a empresa não comentou as acusações divulgadas na mídia americana.
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