O TikTok negou uma reportagem da agência Reuters que afirmava que a empresa estaria criando um aplicativo separado, voltado exclusivamente para o mercado norte-americano.
A matéria citava fontes anônimas e mencionava um projeto interno com o codinome “M2”, que incluiria um algoritmo e uma infraestrutura de dados distintos dos usados globalmente.
Segundo a Reuters, a iniciativa faria parte de uma tentativa do TikTok de atender às exigências de uma nova legislação dos Estados Unidos, aprovada em 2024, que obriga a empresa-mãe ByteDance a vender suas operações americanas.
De acordo com os relatos, o suposto aplicativo funcionaria de forma independente, utilizando apenas dados de usuários dos EUA para personalizar a experiência na plataforma.
Em nota oficial, o TikTok classificou a reportagem como “factualmente incorreta” e afirmou que as informações foram baseadas em “fontes anônimas e desinformadas”.
A empresa também esclareceu que não está desenvolvendo uma versão separada do app e reforçou seu compromisso em manter a operação global integrada.
Mesmo com a negativa, o caso reacende discussões sobre o futuro do TikTok nos Estados Unidos, que pode acabar com um bloqueio e remoção das lojas de apps do Google e Apple.
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