A Alphabet, empresa que controla o Google, divulgou um lucro de impressionantes US$ 34,5 bilhões no último trimestre — e o motivo por trás desse salto está na inteligência artificial (IA) e nos serviços de computação em nuvem (Cloud).
Segundo a empresa, o faturamento total subiu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo US$ 90,2 bilhões.
O destaque ficou com o setor de nuvem, que cresceu 28% e gerou US$ 12,3 bilhões. Esses números mostram que os bilhões investidos em datacenters e no desenvolvimento de IA começam a dar retorno.
Sundar Pichai, CEO da Alphabet, afirmou que o crescimento é resultado da estratégia da empresa de integrar todas as etapas do desenvolvimento de inteligência artificial.
Ele também destacou o novo modelo de IA da empresa, o Gemini, como o mais avançado já criado pelo Google e uma base essencial para futuras inovações.
Após o anúncio, as ações da empresa subiram mais de 3% nas negociações pós-fechamento.
Apesar do bom momento financeiro, o Google enfrenta batalhas legais nos Estados Unidos. O governo americano quer que a empresa seja obrigada a vender o navegador Chrome, alegando que a integração com IA pode fortalecer ainda mais o domínio do Google nas buscas online.
Além disso, uma decisão recente considerou que o Google atua de forma monopolista no mercado de publicidade digital — setor que sustenta serviços gratuitos como a Busca, o Gmail e o Google Maps.
A Alphabet já anunciou que vai recorrer das decisões, alegando que essas medidas são exageradas e prejudicam a liderança tecnológica dos EUA.
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