YouTube anuncia política de recordes nas primeiras 24 horas de exibição

Renê Fraga
2 min de leitura

O YouTube anunciou uma nova política que não irá mais considerar as visualizações de publicidade paga no YouTube na hora calcular quem entra na parada musical da plataforma.

“A parada musical do YouTube se tornou uma fonte indispensável para a indústria da música, um lugar para medir com grande precisão a popularidade de canções e o comportamento dos ouvintes na maior plataforma musical do mundo”, publicou a empresa.

“Para oferecer maior transparência à indústria da música e nos alinhar às políticas de empresas que produzem rankings oficiais (como Billboard e Nielsen), não vamos mais considerar as visualizações de publicidade paga no YouTube na hora calcular quem entra na parada musical. Agora, os artistas serão classificados com base na contagem de visualizações orgânicas”.

Nos últimos anos, fãs, artistas e suas equipes, segundo o YouTube, vêm contando o número de visualizações dos vídeos em suas primeiras 24 horas de exibição no YouTube, e usando esse número como representação definitiva de seu impacto cultural instantâneo.

“Com isso, nosso objetivo é garantir que o YouTube continue sendo um lugar onde os artistas sejam reconhecidos e celebrados de forma precisa e justa por seu sucesso, quando atingirem marcos de popularidade”.

Os vídeos que podem entrar no ranking de recorde nas primeiras 24 horas são aqueles com o maior número de visualizações vindas de fontes orgânicas, resultados de busca, sites externos que tenham o vídeo inserido e também recursos do YouTube como a página principal, a seção de “próximos” vídeos e os que estão “em alta”.

A publicidade em vídeos é uma forma eficaz de atingir públicos específicos na estreia de uma música – mas visualizações de conteúdo pago no YouTube não serão mais computadas para estabelecer os recordes de estreias nas primeiras 24 horas de exibição.

Essas mudanças não terão impacto sobre os atuais detentores de recordes das primeiras 24 horas após a estreia.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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