Microsoft libera usuários da EEA para escolherem seus navegadores no Windows 11

Renê Fraga
2 min de leitura

A Microsoft está eliminando a exigência de que os usuários do Windows 11 na Área Econômica Europeia (EEA) usem o Microsoft Edge para acessar links a partir dos Widgets do Windows ou dos resultados de pesquisa.

Até o momento, a Microsoft não deu uma razão específica para essa mudança específica para a região, que difere das versões anteriores, incluindo o Windows 10 e as primeiras versões do Windows 11, onde os usuários eram direcionados ao Edge, independentemente de suas preferências de navegador padrão.

No futuro próximo, componentes do sistema, como a busca e os Widgets do Windows, respeitarão as configurações de navegador padrão nos países da EEA.

Antes dessa mudança, os usuários tinham que usar aplicativos de terceiros, como o EdgeDeflector, para contornar as restrições do navegador da Microsoft. No entanto, a Microsoft desativou essa solução alternativa cerca de dois anos atrás.

A iminente Digital Markets Act na União Europeia, que entrará em vigor em março de 2024, pode ter influenciado a decisão da Microsoft.

Essa lei impõe regras às plataformas, como o Windows, para promover a interoperabilidade e a concorrência, incluindo permitir que os usuários desinstalem aplicativos pré-instalados e alterem as configurações padrão, como navegadores da web.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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