Como as mídias sociais desafiam as mídias tradicionais?

Renê Fraga
2 min de leitura

Conhecido conceitualmente como “People Power”, qualquer pessoa na internet é atualmente capaz de publicar fatos e divulgar relatos de forma rápida, além de explorar conteúdo, como fotos pessoais a produções caseiras em vídeos, o que em alguns casos apresentam maior velocidade de informação quando comparado com as mídias tradicionais.

Como exemplo dessas mídias podemos citar os serviços TwitterFlickrFacebook e o YouTube, que além de possibilitarem o compartilhamento de conteúdo de forma dinâmica com amigos e visitantes, seus usuários ainda podem conquistar comunidades em torno de seus canais e angariar público altamente relevante.

Um dos maiores exemplos de rapidez e agilidade das mídias sociais ocorreu no último dia 26 de novembro quando um ataque terrorista atingiu a cidade de Mumbai, na Índia. Após os primeiros sinais, que foram rapidamente reportados no TwitterFlickr, diversos usuários já traziam em primeira-mão os relatos do incidente antes de qualquer outro tipo de mídia.

Outros formatos, como blogs, que também revelavam informações inéditas, trabalhavam de forma a integrar os mais variados materiais que estavam sendo disponibilizados na internet, tirando proveito máximo de agrupar e transmitir informações rapidamente.

Será este o fim da mídia tradicional?

Embora a mídia tradicional tenha um funcionamento um pouco mais lento, seu papel na comunicação apresenta ainda apresenta características de alto valor e confiança. Ao mesmo tempo, possui elementos que exploraram assuntos com profundidade, diferente das informações rápidas produzidas pelas mídias sociais.

Assim como muitas tecnologias que trabalham em conjunto, a mídia tradicional pode tirar proveito das mídias sociais para tornar suas informações mais completas ao reportar diretamente a opinião das pessoas expressadas na rede, aproveitando dessa forma o melhor dos dois mundos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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