Twitter e YouTube podem causar danos à memória funcional

Renê Fraga
1 min de leitura

brainDe acordo com uma pesquisa feita pela Dra. Tracey Alloway – divulgada no evento British Science Festival – os meios de comunicação resumidos, como Twitter e YouTube, podem causar sérios danos a habilidade de relembrar.

Alloway descreveu o Twitter como um “fluxo sem fim” que não permite aos usuários processar ou manipular o que está sendo acompanhado. “Não é um diálogo”, disse o Dra. Alloway, que é Diretora do Centro de Memória da Universidade de Stirling.

Ela afirmou também ter o mesmo julgamento para o YouTube. “Um programa de TV pode ter 30 minutos de duração. Um clipe do YouTube apresenta um minuto ou menos – os limites da atenção estão sendo reduzidos e você não está envolvendo o cérebro para desenvolver suas conexões neurais e engaja-lo em bases mais longas”, explicou.

Redes sociais fazem bem!

Mas nem tudo são más notícias. Outros meios de comunicação online, como Facebook e Orkut, podem ajudar a treinar o cérebro. “Sites de relacionamentos como o Facebook podem ajudar na memória funcional porque quando utilizamos nos sentimos mais parte de uma grande comunidade” finalizou.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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