De acordo com o Wall Street Journal, o YouTube teve a chance de explorar o mercado de livestreaming antes do Periscope – de propriedade do Twitter – e seu maior concorrente, o Meerkat, durante os últimos 8 anos mas grande parte de seus esforços foram voltados a defender a empresa de uma ação da Viacom, que culminou na criação de um sistema de detecção de conteúdo.
“O YouTube havia considerado construir uma plataforma de livestreaming em um aplicativo móvel. Enquanto o sistema atual seria fornecido para um seleto número de usuários que, com a permissão do Google, poderiam lançar uma transmissão, o aplicativo móvel teria muito menos restrições sobre quem poderia usá-lo”, menciona a publicação.
Porém, devido as demandas mais urgentes, que incluiu a construção de um complexo sistema de identificação de conteúdo, o Google não pode concluir sua ideia. Uma fonte também revelou que o buscador não classificava o streaming móvel ao vivo como algo prioritário.
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