Google supera desafio dos dispositivos móveis

Renê Fraga
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O comportamento do usuário têm um impacto direto nas empresas de tecnologia e o Google, assim como outras empresas, não está a salvo de mudanças significativas.

Uma destas tendências ocorreu com o crescimento do mercado de smartphones. Enquanto os computadores de mesa apresentavam grandes espaços, estes foram abandonados por pequenas (e restritas) telas.

Para empresas como o Google, que trabalham com negócios de publicidade, estava completamente “condenadas”. Previsões apocalípticas apontavam que o fim do buscador poderia ocorrer a partir disso.

Esta semana, a Alphabet anunciou ter finalmente superado as estimativas de Wall Street, com suas receitas trimestrais subindo 24% em dispositivos móveis.

“Google deve gerar cerca de 72,42 bilhões de dólares em receita líquida de anúncios digitais em todo o mundo este ano, aumento de 15,7 por cento ante um ano atrás, de acordo com a empresa de pesquisas eMarketer”, publicou a Reuters.

Embora seja difícil de prever se os resultados positivos irão continuar, é fato de que o Google pode respirar mais à vontade: os dispositivos móveis estão sendo superados.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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