O Google possui um fóssil de dinossauro há mais de duas décadas e o nomeou de Stan.
O esqueleto de um Tyrannosaurus Rex foi desenterrado perto do prédio comercial da empresa e comprou-o para colocá-lo em exibição.
Esta aquisição é uma parte interessante da história da empresa e tem sido um assunto de curiosidade entre os funcionários e visitantes.
O fóssil é conhecido por ser coberto frequentemente por flamingos de brinquedo, o que lhe dá um toque divertido e descontraído.

No entanto, há um rumo histórico que sugere que o fóssil seja um lembrete para os funcionários do Google de não permitir que a empresa desapareça como os dinossauros.
Este ano, 2023, é um ano desafiador para o Google, com a competição de empresas como ChatGPT, Microsoft, Apple, TikTok e outras ameaças à sua posição dominante no mercado.
No entanto, o fóssil de Stan serve como uma lembrança para a empresa de sua resiliência e capacidade de sobrevivência, mesmo diante de ameaças e mudanças no mercado.
Não consigo ver o Stan como um sinal de resiliência. É um animal morto! Que poderia ter alguma utilidade após anos de reinado na Terra (como o Google), mas não pode nem servir de petróleo. Hoje é um suporte de flamingos de plástico, que repetiria diariamente, se pudesse, histórias começando com “no meu tempo, eu mandava em tudo isso sozinho…”
Resiliência no sentido de que a empresa precisa enfrentar os desafios e seguir em frente. O Google não quer ser o dinossauro que está no jardim.
Se fosse na época do “dont be evil” estaria torcendo pro Google. Hoje? Que seja enterrado junto com esse dinossauro