Stan, o fóssil de dinossauro no Google: um lembrete da resiliência da empresa

Renê Fraga
1 min de leitura

O Google possui um fóssil de dinossauro há mais de duas décadas e o nomeou de Stan.

O esqueleto de um Tyrannosaurus Rex foi desenterrado perto do prédio comercial da empresa e comprou-o para colocá-lo em exibição.

Esta aquisição é uma parte interessante da história da empresa e tem sido um assunto de curiosidade entre os funcionários e visitantes.

O fóssil é conhecido por ser coberto frequentemente por flamingos de brinquedo, o que lhe dá um toque divertido e descontraído.

No entanto, há um rumo histórico que sugere que o fóssil seja um lembrete para os funcionários do Google de não permitir que a empresa desapareça como os dinossauros.

Este ano, 2023, é um ano desafiador para o Google, com a competição de empresas como ChatGPT, Microsoft, Apple, TikTok e outras ameaças à sua posição dominante no mercado.

No entanto, o fóssil de Stan serve como uma lembrança para a empresa de sua resiliência e capacidade de sobrevivência, mesmo diante de ameaças e mudanças no mercado.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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