Brave enfrenta controvérsia sobre venda de dados protegidos por direitos autorais para IA

Renê Fraga
1 min de leitura

O navegador Brave, focado em privacidade, foi acusado de vender dados protegidos por direitos autorais para treinar modelos de inteligência artificial.

As alegações, contrárias aos princípios do navegador, gerou debates sobre o uso ético de dados e a necessidade de transparência.

O artigo de Alex Ivanovs, do Stack Diary, trouxe à tona as alegações contra o Brave.

Ivanovs levantou preocupações de que o Brave possa estar coletando e vendendo dados do usuário sem permissão para empresas que desenvolvem sistemas de IA.

Embora o Brave promova fortes proteções de privacidade, sua suposta venda de material protegido por direitos autorais para treinamento de IA levanta questões sobre práticas de dados que podem violar a confiança do usuário e as expectativas de privacidade.

A situação questiona se o Brave realmente prioriza a privacidade e o controle de dados do usuário, como afirma.

As alegações apontam tensões em usar dados pessoais para avançar as capacidades de IA versus respeitar a privacidade e os direitos de propriedade dos dados.

Isso destaca a necessidade de comunicação clara e consentimento do usuário em compartilhar suas informações.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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