Zuckerberg instruiu executivos a espionar aplicativos rivais como o YouTube

Renê Fraga
1 min de leitura

Mark Zuckerberg, o CEO da Meta, instruiu seus executivos a encontrarem uma maneira de obter dados sobre o uso de aplicativos concorrentes como o YouTube, mesmo que esses dados fossem criptografados.

Em um e-mail de 2016, Zuckerberg expressou sua frustração com a falta de informações sobre o uso e crescimento do YouTube.

Ele escreveu: “Precisamos descobrir uma nova maneira de obter análises confiáveis sobre eles, mesmo que seus dados sejam criptografados.”

As revelações nos e-mails levantam preocupações sobre as práticas anticompetitivas da Meta. Os anunciantes que processam a empresa alegam que ela violou as leis de escuta telefônica dos EUA e aumentou suas taxas de anúncios além do que poderia cobrar em um mercado competitivo.

A Meta não respondeu imediatamente a um pedido de comentário, mas afirmou posteriormente que as alegações são “infundadas e completamente irrelevantes para o caso”.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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