OpenAI hesita em lançar marca d’água para textos gerados no ChatGPT

Renê Fraga
1 min de leitura

Estamos diante de um dilema. Criamos algo poderoso, uma ferramenta capaz de gerar textos com uma qualidade impressionante.

Mas, como toda criação humana, ela vem acompanhada de desafios e responsabilidades. Uma dessas responsabilidades é garantir a integridade do conteúdo gerado.

Uma marca d’água é uma dessas possibilidades.

É como uma assinatura invisível, capaz de revelar quem é o verdadeiro autor. No entanto, ela ser facilmente removida com algumas manipulações simples.

Além disso, existe uma preocupação latente: como essa tecnologia pode afetar as pessoas? Imaginem alguém que não domina perfeitamente a língua inglesa usando a IA para escrever.

Uma marca d’água poderia penalizá-la injustamente. É preciso um equilíbrio delicado entre garantir a autenticidade e evitar criar novas desigualdades.

Apesar de a ferramenta estar supostamente pronta, a OpenAI não a lançou devido a um debate interno sobre possíveis impactos.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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