Google estabelece novos padrões para widgets no Android

Renê Fraga
2 min de leitura

O Google está reforçando seu compromisso com a usabilidade e a estética do Android ao introduzir as Camadas de Qualidade de Widgets.

A iniciativa tem como objetivo ajudar desenvolvedores a criar widgets mais eficientes, bonitos e intuitivos, tornando a experiência do usuário ainda melhor na personalização da tela inicial.

Os widgets agora são classificados em três níveis:

  • Baixa qualidade (Tier 3): São aqueles que não atendem aos requisitos mínimos de design e funcionalidade, oferecendo uma experiência ruim ao usuário.
  • Padrão de qualidade (Tier 2): Widgets que cumprem seu papel de forma eficiente, sendo úteis e fáceis de usar.
  • Destaque (Tier 1): São os melhores da categoria, com um design diferenciado e recursos personalizados que ajudam o usuário a criar uma tela inicial única e produtiva.

Para garantir que um widget alcance um alto padrão, ele precisa seguir algumas diretrizes. O conteúdo deve estar sempre atualizado e permitir que o usuário faça a atualização manualmente quando necessário.

O layout também é essencial: um widget de qualidade deve ocupar pelo menos duas bordas opostas da grade da tela inicial, enquanto os melhores devem preencher toda a área disponível.

Além disso, o Google recomenda que os widgets tenham um bom contraste de cores, opções de personalização (como temas claros e escuros) e uma pré-visualização fiel no seletor de widgets.

Para manter a coerência com o sistema, widgets retangulares devem seguir os cantos arredondados definidos pelo fabricante do dispositivo.

Recursos como animações suaves e indicadores de progresso também são incentivados para tornar a experiência mais fluida e agradável.

Com essa nova categorização, o Google pretende incentivar desenvolvedores a aprimorar seus widgets, tornando o Android ainda mais eficiente e personalizável para os usuários.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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