Principais destaques
- 1. O Gemini 4 já está em treinamento: O Google confirmou oficialmente que começou o que chama de seu processo de pré treinamento mais ambicioso até agora para a próxima geração do modelo.
- 2. O Google quer um modelo muito maior: Sundar Pichai afirmou que a próxima geração de modelos de fronteira exigirá bases significativamente maiores. Segundo ele, o Gemini 4 está sendo desenvolvido justamente com essa ambição.
- 3. Programação e agentes são prioridades: O Google reconheceu que ainda precisa melhorar em áreas como programação e codificação agêntica. A empresa quer que o Gemini 4 esteja preparado para competir na fronteira justamente quando chegar ao mercado.
O próximo salto da inteligência artificial do Google já está em andamento. A empresa confirmou que começou o treinamento do Gemini 4, enquanto acelera o lançamento de novos modelos da geração Gemini 3.x.
A espera pelo Gemini 4 ganhou um novo capítulo. Depois de meses de especulações, o Google finalmente confirmou que está treinando a próxima geração de seu modelo de inteligência artificial.
Mas existe um detalhe importante: a empresa ainda não revelou uma data de lançamento.
A confirmação veio em julho de 2026, quando o Google anunciou novos modelos da família Gemini e, quase de maneira discreta, informou que havia iniciado seu mais ambicioso processo de pré treinamento até então para o Gemini 4. Pouco depois, Sundar Pichai reforçou a informação durante a divulgação dos resultados da Alphabet.
Isso muda bastante a leitura sobre o próximo modelo.
O Gemini 4 não é mais apenas uma hipótese baseada em vazamentos. Ele existe como projeto oficial dentro do Google DeepMind e já está sendo treinado.
O que ninguém sabe, por enquanto, é quando ele ficará disponível, qual será seu tamanho, quanto custará ou até mesmo quais versões serão lançadas primeiro.
O que o Google confirmou sobre o Gemini 4?
A informação mais importante veio do próprio Google.
Em 21 de julho de 2026, a empresa anunciou o Gemini 3.6 Flash, o Gemini 3.5 Flash-Lite e o Gemini 3.5 Flash Cyber. No mesmo anúncio, revelou que já havia iniciado seu processo de treinamento mais ambicioso para o Gemini 4.
Dois dias depois, durante a apresentação dos resultados do segundo trimestre da Alphabet, Sundar Pichai voltou ao assunto.
O CEO afirmou que o Google já está treinando o Gemini 4 e que a empresa está sendo bastante ambiciosa com o novo modelo.
Mais do que isso, Pichai explicou a lógica por trás do projeto.
Para competir na próxima geração dos chamados modelos de fronteira, será necessário utilizar bases de treinamento muito maiores.
O Google não está tratando o Gemini 4 como apenas uma atualização incremental.
A declaração é importante porque ajuda a separar o que é fato do que ainda pertence ao território dos rumores.
Até agora, o Google confirmou:
- o treinamento do Gemini 4;
- que o projeto é considerado seu processo de pré treinamento mais ambicioso até agora;
- que a próxima geração precisará de uma base maior;
- que a empresa quer continuar competitiva na fronteira da IA;
- e que programação e agentes são áreas nas quais pretende avançar.
O Google, porém, não confirmou uma data de lançamento, preço, número de parâmetros, janela de contexto ou resultados oficiais de benchmarks do Gemini 4.
E essa diferença é fundamental.
O Gemini 4 ainda está longe de ser um produto?
É possível que sim.
A confirmação de que um modelo entrou em pré treinamento não significa automaticamente que ele esteja perto de ser lançado.
Depois dessa etapa, ainda existem processos de avaliação, ajustes, testes de segurança, otimização, preparação da infraestrutura e validação em diferentes situações de uso.
É justamente por isso que uma previsão baseada apenas no início do treinamento pode ser enganosa.
O Google pode acelerar determinadas etapas, fazer lançamentos graduais ou até mudar a estratégia ao longo do desenvolvimento.
Existe ainda outro fator curioso.
Enquanto o Gemini 4 já está sendo treinado, o Google continua trabalhando em versões intermediárias da geração atual.
E isso mostra que a empresa não pretende simplesmente esperar pelo próximo grande modelo.
Gemini 3.7 Flash chegou enquanto o Gemini 4 ainda era treinado
Em 13 de agosto de 2026, o Google lançou o Gemini 3.7 Flash.
A chegada aconteceu apenas três semanas depois do Gemini 3.6 Flash, mostrando uma velocidade de atualização bastante diferente daquela observada em ciclos anteriores.
O novo modelo foi apresentado como o modelo de trabalho mais inteligente da linha Flash até agora, com foco especialmente forte em:
programação
agentes de IA
desenvolvimento web
raciocínio
tarefas de conhecimento
O Google também afirma que o Gemini 3.7 Flash apresenta ganhos importantes em engenharia de software e em fluxos de trabalho que exigem múltiplas etapas.
Isso é relevante para entender o Gemini 4.
A companhia parece estar usando a geração 3.x para experimentar uma série de melhorias antes de colocá-las em uma geração de fronteira maior.
O salto em programação pode ser uma das grandes apostas
A programação aparece repetidamente nas declarações do Google sobre o futuro dos seus modelos.
Sundar Pichai reconheceu que o Google ainda precisa melhorar em coding e agentic coding, ou seja, não apenas escrever código, mas trabalhar de maneira mais autônoma em projetos de software.
O Gemini 3.7 Flash já mostra essa direção.
Nos testes divulgados pelo Google, o modelo alcançou 43,6% no FrontierCode 1.1 Main, contra 34,4% do Gemini 3.6 Flash.
No DeepSWE v1.1, voltado para tarefas de engenharia de software de maior duração, o resultado passou de 49% para 65,3%.
Esses números não significam automaticamente que o Gemini 3.7 Flash seja o melhor modelo de programação disponível.
Eles mostram outra coisa.
O Google está claramente empurrando sua linha Gemini para tarefas nas quais a IA precisa fazer mais do que simplesmente responder perguntas.
Ela precisa analisar um problema, planejar, usar ferramentas, modificar arquivos, testar resultados e corrigir erros.
É exatamente esse tipo de comportamento que está por trás da expressão agente de IA.
A corrida agora é por modelos que fazem, não apenas respondem
Durante muito tempo, a principal métrica para avaliar um chatbot era a qualidade da resposta.
Esse cenário mudou.
Os modelos mais importantes agora estão sendo preparados para executar sequências de ações.
Um agente pode receber uma tarefa, dividir o problema em etapas, consultar informações, utilizar ferramentas, escrever código, analisar o resultado e tentar novamente caso alguma coisa dê errado.
O Google vem investindo pesado nessa direção.
No Google I/O 2026, a empresa apresentou uma estratégia centrada na chamada era agêntica do Gemini. A companhia também destacou ferramentas como Gemini Spark e sua plataforma de desenvolvimento Antigravity.
O Gemini 3.7 Flash segue exatamente essa tendência.
O modelo possui suporte a uso de ferramentas, chamadas de função, busca, execução de código e, em prévia, uso do computador. Também trabalha com uma janela de contexto de aproximadamente 1 milhão de tokens.
Isso dá uma pista importante sobre o tipo de capacidade que o Google pode querer levar para o Gemini 4.
O que pode mudar com um modelo maior?
Aqui começa a parte mais interessante.
O Google ainda não revelou quantos parâmetros terá o Gemini 4. Também não informou detalhes completos de sua arquitetura.
Mas Pichai deixou claro que a empresa considera um modelo significativamente maior necessário para disputar a próxima fronteira da IA.
Isso pode significar mais capacidade de raciocínio, maior consistência em tarefas complexas e melhor desempenho em trabalhos que exigem várias etapas.
Mas tamanho, sozinho, não resolve tudo.
Um modelo enorme também pode ser caro e lento.
Por isso, a evolução da família Gemini parece caminhar em duas direções ao mesmo tempo:
mais inteligência
e
mais eficiência
Essa combinação ajuda a explicar por que o Google continua lançando versões Flash mesmo enquanto treina o Gemini 4.
A empresa precisa de modelos rápidos e relativamente baratos para atender milhões de usuários e, ao mesmo tempo, de modelos maiores para disputar o topo da indústria.
Gemini 4 pode ter uma janela de contexto gigantesca?
Essa é uma das especulações mais recorrentes.
Modelos Gemini recentes já trabalham com janelas de contexto muito grandes. O Gemini 3.7 Flash, por exemplo, oferece limite de entrada de 1.048.576 tokens, além de até 65.536 tokens de saída na API.
Isso permite trabalhar com grandes quantidades de informação em uma única interação.
Imagine, por exemplo, colocar em uma mesma tarefa:
- centenas de páginas de documentos;
- grandes arquivos de código;
- relatórios;
- imagens;
- vídeos;
- registros de conversas;
- instruções de um projeto.
O modelo consegue considerar uma quantidade enorme de informação antes de produzir uma resposta.
É possível que o Gemini 4 avance ainda mais nessa direção.
Mas, até o momento, não existe especificação oficial do Google confirmando uma janela de contexto específica para o novo modelo.
Portanto, qualquer número divulgado como definitivo deve ser encarado com cautela.
E os supostos benchmarks vazados?
Aqui é preciso pisar no freio.
Modelos de inteligência artificial ainda não lançados frequentemente aparecem em relatos de desenvolvedores, testes internos, capturas de tela ou benchmarks atribuídos a versões misteriosas.
Isso também aconteceu com supostas versões do Gemini 4.
Algumas alegações apontam para desempenho extremamente elevado em programação e raciocínio.
O problema é que não existe uma maneira confiável de saber, apenas olhando para esses vazamentos, se:
- o modelo é realmente do Google;
- trata-se de uma versão final;
- o benchmark foi executado corretamente;
- o teste não foi manipulado;
- ou o modelo possui alguma configuração especial.
Sem confirmação do Google, um benchmark vazado é uma pista, não uma especificação.
Essa cautela é ainda mais importante porque o Gemini 4 pode mudar bastante entre o treinamento inicial e a versão que eventualmente será liberada.
E o misterioso “Horizon Alpha”?
Outro nome que apareceu nas discussões sobre a próxima geração de modelos é Horizon Alpha.
O modelo teria surgido em plataformas utilizadas por desenvolvedores e rapidamente chamou atenção por causa de resultados considerados competitivos em determinadas tarefas.
A comunidade passou a especular sobre sua origem.
Uma das teorias associava o modelo ao Google e ao Gemini 4.
Outras apontavam para diferentes laboratórios.
Até agora, porém, não existe confirmação confiável de que Horizon Alpha tenha qualquer relação com o Gemini 4.
Por isso, não é correto apresentar o modelo como uma prévia secreta do próximo Gemini.
No máximo, ele pode ser tratado como parte do cenário de testes e lançamentos misteriosos que se tornou cada vez mais comum na indústria.
O calendário ficou mais difícil de prever
Um dos pontos mais interessantes da situação atual é que o Google está acelerando seus lançamentos intermediários.
O Gemini 3.6 Flash chegou em julho.
O Gemini 3.7 Flash chegou apenas três semanas depois.
E a própria empresa afirmou que pretende continuar evoluindo seus modelos em ritmo acelerado.
Isso torna previsões antigas sobre o calendário do Gemini 4 menos confiáveis.
O texto original que circulava sobre o assunto apontava para o fim de 2025.
Hoje, essa previsão está claramente ultrapassada.
Estamos em agosto de 2026 e o Gemini 4 ainda está em treinamento.
O que existe agora é uma nova janela de expectativa.
Analistas e observadores do setor passaram a considerar um possível lançamento no fim de 2026, especialmente diante do ciclo acelerado da família Gemini 3.x. Mas isso continua sendo uma estimativa externa.
O Google não anunciou oficialmente uma data.
Uma coisa é certa: o Gemini 4 já virou prioridade
A confirmação feita por Pichai é provavelmente mais importante do que qualquer rumor sobre uma data.
O CEO deixou claro que o Google quer competir na fronteira da inteligência artificial quando o Gemini 4 chegar.
Isso significa que a empresa não está mirando apenas uma atualização incremental.
A ambição é construir um modelo capaz de enfrentar a próxima geração de concorrentes.
E existe uma razão estratégica para isso.
O mercado de IA mudou rapidamente.
Modelos passaram a ser usados para programação, pesquisa, automação, análise de documentos, desenvolvimento de produtos e execução de tarefas completas.
O Google tem uma vantagem enorme em distribuição, infraestrutura e quantidade de produtos nos quais pode colocar IA.
Mas precisa de modelos capazes de acompanhar essa escala.
O Google já tem uma vantagem que poucos concorrentes possuem
Existe uma diferença importante entre o Gemini e muitos outros modelos de IA.
O Google não precisa colocar seu modelo apenas em um chatbot.
Ele pode integrá-lo à:
Busca
Android
Gmail
Google Docs
YouTube
Chrome
Maps
Google Cloud
Google AI Studio
ferramentas para desenvolvedores
Essa distribuição pode ser decisiva.
No Google I/O 2026, a companhia afirmou que mais de 900 milhões de pessoas utilizavam o Gemini mensalmente em mais de 230 países e mais de 70 idiomas.
Isso significa que qualquer salto importante no Gemini pode chegar rapidamente a uma quantidade gigantesca de pessoas.
O desafio é fazer com que o modelo seja bom o suficiente para que essa distribuição se transforme em vantagem real.
O que esperar do Gemini 4?
Ainda não existe uma ficha técnica oficial.
Mas é possível separar expectativas razoáveis de rumores.
O que é confirmado
Pré treinamento já começou.
O Google afirma que esse é seu processo mais ambicioso até agora.
O modelo deverá ser maior.
Pichai afirmou que a próxima geração de modelos de fronteira exige bases significativamente maiores.
Programação é uma prioridade.
O Google reconheceu a necessidade de melhorar em coding e agentic coding.
Agentes são parte central da estratégia.
Os lançamentos recentes da empresa mostram forte investimento em modelos capazes de executar tarefas com ferramentas.
O que ainda não foi confirmado
Data de lançamento
Número de parâmetros
Preço
Janela de contexto
Nome das versões
Benchmarks oficiais
Disponibilidade gratuita
Disponibilidade por API
Recursos exclusivos
Essa separação é importante porque existe uma enorme quantidade de conteúdo especulativo circulando sobre o Gemini 4.
Gemini 4 pode ser o modelo que muda a estratégia do Google?
Talvez.
O movimento mais interessante não está apenas no tamanho do modelo.
Está na direção.
O Google parece estar tentando construir uma família de sistemas em que modelos menores cuidam de tarefas rápidas e modelos mais poderosos assumem problemas complexos.
O Gemini 3.7 Flash representa muito bem essa estratégia.
Ele combina velocidade, custo relativamente baixo e capacidade para programação e agentes. O modelo também oferece uma janela de contexto de 1 milhão de tokens e diferentes níveis de raciocínio, permitindo equilibrar qualidade, custo e latência.
O Gemini 4 poderá ocupar o outro extremo dessa estratégia.
Um modelo maior, mais caro e mais poderoso, destinado às tarefas em que velocidade deixa de ser a prioridade.
Se o Google conseguir fazer essa combinação funcionar, o impacto pode ser maior do que simplesmente lançar um novo chatbot.
E existe um detalhe que pode ser ainda mais importante
O treinamento do Gemini 4 acontece enquanto o Google aumenta agressivamente sua capacidade computacional.
No I/O 2026, Sundar Pichai destacou uma infraestrutura de treinamento distribuída com sistemas JAX e Pathways e uma escala de mais de 1 milhão de TPUs. A empresa afirmou que essa infraestrutura permite treinar modelos maiores em semanas, em vez de meses.
Essa infraestrutura é parte fundamental da história.
Modelos maiores exigem muito mais computação.
E a corrida atual não depende apenas de quem tem o melhor algoritmo.
Depende também de quem consegue colocar mais capacidade computacional para trabalhar de maneira eficiente.
Nesse aspecto, o Google possui uma posição particularmente forte por desenvolver seus próprios aceleradores TPU e controlar grande parte da infraestrutura necessária para treinar e operar seus modelos.
Então, quando o Gemini 4 será lançado?
A resposta oficial continua sendo: o Google ainda não disse.
O que sabemos é que o treinamento começou em julho de 2026.
O que também sabemos é que a empresa está desenvolvendo o modelo para competir na próxima geração da fronteira da IA.
E sabemos que programação e agentes estão entre as prioridades declaradas.
Uma chegada no fim de 2026 é uma possibilidade plausível diante do estágio atual do projeto e do ritmo recente de lançamentos, mas não deve ser apresentada como uma data confirmada.
Também não seria surpreendente se o Google apresentasse primeiro alguma versão de testes, preview para desenvolvedores ou uma variante específica antes do lançamento completo.
A espera pelo Gemini 4 pode ser mais interessante do que parece
Existe uma mudança importante acontecendo nos bastidores do Google.
Enquanto muita gente espera pelo próximo grande número da família Gemini, a empresa está lançando versões menores em intervalos cada vez mais curtos.
Gemini 3.6 Flash.
Depois Gemini 3.7 Flash.
E, ao mesmo tempo, Gemini 4 já está em treinamento.
Isso mostra que o Google não está esperando um único modelo para recuperar terreno.
Está construindo uma linha inteira de modelos capazes de trabalhar em diferentes níveis de complexidade.
O verdadeiro teste do Gemini 4 será descobrir se essa estratégia culminará em um modelo capaz de competir de igual para igual com os sistemas mais avançados disponíveis quando finalmente chegar.
Por enquanto, a única certeza é que o próximo grande Gemini está sendo construído.
E o Google parece disposto a fazer dele algo muito maior.
Perguntas frequentes
O Gemini 4 já foi lançado?
Não. Em agosto de 2026, o Google confirmou que o modelo está em treinamento, mas ainda não disponibilizou o Gemini 4 publicamente.
Existe uma data oficial para o Gemini 4?
Não. O Google ainda não anunciou uma data pública de lançamento.
O Gemini 4 será maior que os modelos atuais?
Essa é a direção indicada pelo próprio Sundar Pichai. O executivo afirmou que a próxima geração de modelos de fronteira exigirá uma base muito maior.
O Gemini 4 será melhor para programação?
Essa é uma das principais expectativas. O Google reconheceu que programação e codificação agêntica são áreas nas quais deseja avançar, e os lançamentos recentes da linha Gemini já mostram esse foco.
O Gemini 3.7 Flash é o Gemini 4?
Não. O Gemini 3.7 Flash pertence à geração 3.x. Ele foi lançado em 13 de agosto de 2026 e está disponível para uso geral.
O Gemini 4 terá 1 milhão de tokens de contexto?
Não há confirmação. O Gemini 3.7 Flash possui uma janela de contexto de aproximadamente 1 milhão de tokens, mas o Google ainda não publicou as especificações do Gemini 4.
Os benchmarks vazados do Gemini 4 são reais?
Não há como tratá-los como oficiais. Sem confirmação do Google, resultados atribuídos a versões não lançadas devem ser considerados rumores.
O Horizon Alpha é o Gemini 4?
Também não há confirmação. A associação entre os dois é apenas especulação.
O cenário em uma frase
O Gemini 4 deixou de ser apenas um rumor: o Google já está treinando o modelo, mas o verdadeiro mistério agora é descobrir quando ele ficará pronto e se conseguirá entregar o salto de desempenho que a empresa promete.