Como os chatbots de IA se tornaram presas fáceis para espalhar informações erradas na web?

Renê Fraga
1 min de leitura

Os chatbots de inteligência artificial lançados pelas gigantes da tecnologia têm o potencial de degradar gravemente o ecossistema de informação da web.

Isso porque esses sistemas são incapazes de classificar informações confiáveis ​​e interpretar histórias sobre suas próprias capacidades.

O chatbot Bing, da Microsoft, por exemplo, afirmou erradamente que o chatbot Bard, do Google, havia sido desativado.

O erro ocorreu porque o Bing citou uma notícia que se referia a um comentário de piada no Hacker News.

Essa situação levanta preocupações significativas sobre o crescente papel dos chatbots de IA na web.

As empresas que os criam têm argumentado que são “experimentos” e “colaborações”, e não motores de busca.

No entanto, já foi visto que esses sistemas têm a capacidade de espalhar desinformação, como inventar notícias ou propagar informações falsas.

A falta de confiabilidade dos chatbots pode ter consequências graves, como disseminação de informações falsas e desconfiança na web.

Apoie o Eurisko
Este conteúdo é independente, sem anúncios e feito por pessoas.
A inteligência artificial e as mudanças recentes do Google reduziram significativamente o alcance dos sites independentes. Se este conteúdo foi útil para você, considere apoiar o Eurisko e todo o ecossistema de projetos com qualquer valor.
Quero apoiar
Seguir:
Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
Nenhum comentário