Apple está ficando para trás na corrida da IA

Renê Fraga
1 min de leitura

A falta de inovação da Apple tem chamado a atenção nos últimos tempos.

Enquanto o Google é criticado por não investir pesadamente em modelos de linguagem de grande escala (LLMs), a Apple tem deixado a desejar em termos de evolução de seus produtos.

Apesar de ter sido uma das primeiras empresas a investir em LLMs e AGI com o lançamento da Siri em 2011, pouco mudou desde então.

A assistente virtual ainda apresenta limitações e é incapaz de realizar algumas tarefas simples.

Além disso, o ARKit, que causou grande empolgação em 2017, também não teve grandes evoluções desde o seu lançamento.

Enquanto isso, outras empresas têm investido em soluções em realidade aumentada para o mercado B2B, como é o caso do Snapchat, que desenvolve soluções para varejistas de moda.

Diante desse cenário, é válido questionar a falta de inovação da Apple nos últimos 5 anos, período em que poucas mudanças significativas foram apresentadas pela empresa.

Em um setor tão dinâmico quanto a tecnologia, a falta de evolução pode ser vista como um problema para a empresa e seus consumidores.

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Renê Fraga é fundador do Google Discovery (GD) e editor-chefe do Eurisko. Profissional de marketing digital, com pós-graduação pela ESPM, acompanha o Google desde os anos 2000 e escreve há mais de duas décadas sobre tecnologia, produtos digitais e o ecossistema da empresa. Criador do Google Discovery em 2006, tornou-se referência na cobertura do Google no Brasil e foi colunista do TechTudo (Globo.com), compartilhando análises e conhecimento com um grande público.
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